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ENCENA BOQUEIRÃO - EDIÇÃO COMEMORATIVA - 2026

Delírio
Delírio. Crédito_ Flávia Canavarro e Sylvia Vianna.jpg
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Delírio
ESPETÁCULO DE ABERTURA

ERA UMA VEZ PRODUÇÕES ARTÍSTICAS E JORNALÍSTICAS

RIO DE JANEIRO | RJ


16/07 – Quinta – 20:00 | Com intérprete de Libras e Audiodescrição

Duração: 60 minutos

O ator Jonas Bloch convida o público a conhecer o universo simples e encantador de Manoel de Barros, por meio de suas poesias e causos. A partir de textos selecionados do escritor, o ator constrói um delicado monólogo que revela a humanidade, o humor e a força provocativa da obra do autor. Com mais de 60 anos de carreira, Jonas apresenta um trabalho marcado pela emoção e pela paixão pela profissão. Também artista plástico, ele criou o cenário do espetáculo, que reúne elementos da natureza, do Pantanal, do humor, do surrealismo e da poesia, transportando o público para as memórias e a linguagem inovadora de Manoel de Barros.

Autor: Manoel de Barros. Interpretação: Jonas Bloch. Iluminação: Bruno Cerezoli. Som: André Schneider. Cenário: Jonas Bloch. Fotos: Flávia Canavarro e Sylvia Vianna. Vozes: Drica Moraes, Rubem Gabira, Márcia Amaral, Bruno Cerezoli.

Esperança
Esperança - Na Fronteira da Humanidade. Crédito_ Matteo Gualda - Copia.jpg
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Esperança - Na Fronteira da Humanidade

PALCO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS | CURITIBA | PR


18/07 – Sábado – 20:00 | Com Intérprete de Libras
Duração: 50 minutos
 

Espetáculo de teatro narrativo que denuncia tragédias humanitárias e propõe a solidariedade como única fronteira possível. Em uma fronteira desolada, quatro pessoas afetadas por desastres ambientais e sociais na América Latina se encontram em um ponto de ônibus isolado. Ao descobrirem que há lugar para apenas três passageiros, enfrentam o dilema entre a sobrevivência individual e a solidariedade. Ao rejeitarem essa escolha, decidem seguir juntos, refletindo sobre o nomadismo forçado, a crise climática e os laços humanos que os unem.

 

Texto: Paula Giannini. Direção: Amauri Ernani. Elenco: Amauri Ernani, Andreza Crocetti, Edson Vanzo, Altamar Cezar, Paula Giannini. Ator Convidado e Concepção Estética: Marwen HD. Documentarista: Roberto Skora. Técnica de Som: Eloah Petreca. Libras: Márcia De Pol.

Amores
Amores Difíceis. Crédito_ Carol Castanho.jpg
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Amores Difíceis

SÚBITA COMPANHIA DE TEATRO | CURITIBA | PR

21/07 – Terça – 20:00

22/07 – Quarta – 20:00 | Com Intérprete de Libras e Audiodescrição

Duração: 60 minutos

Amores Difíceis levanta uma pergunta — o que é o amor? — para construir uma encenação contemporânea que aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. O espetáculo traz para o palco as relações amorosas, seus prazeres e frustrações, embalado por músicas que falam de amor, de fossa e de superação. Tem como ponto de partida o conto “Aventura de um esposo e uma esposa”, do escritor Ítalo Calvino, e trechos das peças "A Gaivota", de Anton Tchekhov e "Bodas de Sangue", de Federico García Lorca. O elenco se reveza em diferentes papéis, entre cenas de obras consagradas e textos autorais, compartilhando um ensaio emocionante com o público.

Texto: Maíra Lour. Direção Artística: Maíra Lour. Direção de Produção: Gilmar Kaminski. Elenco: Dafne Viola, Pablito Kucarz, Patrícia Cipriano, Zeca Sales. Assistência de Direção: Anna Wantuch. Direção de Movimento: Juliana Adur. Sonoplastia: Álvaro Antonio. Cenografia: Fernando Marés. Iluminação: Lucri Reggiani. Figurino: Isbella Brasileiro. Produção Executiva: Dânatha Siqueira.

Chapeuzinho
Chapeuzinho Cor de Mel e um Monstro pra lá de Cruel. Crédito_ Chico Nogueira.jpg
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Chapeuzinho Cor de Mel e um Monstro pra Lá de Cruel

CIA REGINA VOGUE | CURITIBA | PR

25/07 – Sábado – 11:00 | Com Intérprete de Libras

Duração: 35 minutos

 

Em Chapeuzinho Cor de Mel e um Monstro pra lá de Cruel o conto de fadas europeu do século XIV ganha uma versão moderna e traz à tona uma discussão atual: a dengue. A peça é uma paródia da história da Chapeuzinho Vermelho com o diferencial de que, em vez do Lobo Mau, a menina quando se dirige à casa da avó, depara-se com o Mosquito da Dengue. Inspirado na literatura de cordel e com texto em versos e músicas interpretadas pelos atores, o espetáculo convida as crianças a refletirem sobre a prevenção da dengue e a importância dos cuidados no combate ao mosquito.

 

Texto: Hardy Guedes. Direção: Maurício Vogue (in memoriam). Direção de Produção: Adriano Vogue. Elenco: Amanda Leal, Renet Lyon, Fabiane Gouvêa, Paulo Soares. Figurinos: Eduardo Giacomini. Trilha Sonora: Diegho Kozievitch. Produção Executiva: Fernando Meira.

Zum
Zum Zum Zum. Crédito_ Cris Bezerra small.jpg
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Zum Zum Zum

TUPI PERERÊ | CURITIBA | PR

 

26/07 – Domingo – 11:00 e 16:00

Duração: 50 minutos

 

O musical Zum Zum Zum busca despertar nas crianças a beleza das coisas simples da vida, valorizando os detalhes da natureza, as relações de afeto e as histórias. Em sintonia com essa proposta, o grupo Tupi Pererê presta uma homenagem aos artistas, contadores de histórias e músicos que dedicam seus trabalhos ao público infantil. Com uma narrativa musicada repleta de humor e encanto, o espetáculo apresenta um divertido enigma e um jogo cênico que mistura histórias e tempo. A montagem celebra o planeta, as estações, a brincadeira e o poder da arte de transformar tudo em palavras, sons e imaginação no universo do teatro narrado com canções.

 

Direção Musical: Beto Collaço. Criação Artística: Lu Paes. Artistas: Guga Cidral, Ithyara Tainá, Daniel Arenhart, Fabinho de Souza, Ramon Campos.

Tistu
Tistu, o Menino do Dedo Verde. Crédito_ Claudia Zanca small.jpg
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Tistu, o Menino do Dedo Verde

MRG PRODUÇÕES ARTÍSTICAS | CURITIBA | PR

 

28/07 – Terça – PROJETO ESCOLA

Duração: 60 minutos

 

Tistu, o Menino do Dedo Verde é um dos livros infantis mais importantes jamais escritos. Não é surpresa que tenha uma repercussão tão profunda no espírito das crianças e dos adultos. Quase sempre ele é associado a uma encantadora ideia ecológica, já que é, de fato, este o seu ponto de partida. Tistu e sua mágica capacidade de fazer florescer tudo quanto toca, é uma simples e direta metáfora de tudo quanto o homem pode fazer pelo meio ambiente, mas que insiste em desacreditar de seu próprio poder e faz justamente o contrário. O espetáculo foi indicado a prêmios no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

 

Inspirado na obra de Maurice Druon. Texto e Direção: Edson Bueno. Direção de Produção: Marcio Roberto. Direção Musical: Marcela Zanette e Du Gomide. Elenco: Emanuel Bill, Jeff Bastos, Amanda Leal, Pedro Garcia. Sonoplastia: Chico Nogueira. Cenário e Figurinos: Ricardo Garanhani. Iluminação: Rodrigo Ziolkowski. Maquiagem: Lilian Marchiori. Técnica de Som: Jessica Borges. Técnico de Luz: Luiz Henrique. Marceneiro: Tico Atanásio. Costureira: Larissa Yeda. Fotografia: Chico Nogueira e Claudia Zanca. Produção Executiva: Claudia Zanca. Produção: MRG Produções Artísticas em parceria com o Centro Cultural Boqueirão.

Analfabetos
Os Analfabetos. Crédito_ Maringas Maciel.jpg
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Os Analfabetos

CIA À CURITIBANA PORTÁTIL | CURITIBA | PR

 

30/07 – Quinta – 15:00 e 20:00

31/07 – Sexta – 15:00 e 20:00

01/08 – Sábado – 20:00

02/08 – Domingo – 19:00

Duração: 55 minutos

Os Analfabetos é um “drama - cômico - psicológico”. Trata da incomunicabilidade nas relações humanas e da constante necessidade de adequação aos diferentes papéis que nos obrigamos a exercer ao longo da vida prática e racional, em confronto com nossos sentimentos reprimidos dia a dia. "O fato é que todos nós somos sentimentalmente analfabetos. Como é que nós vamos compreender uns aos outros se nada sabemos a respeito de nós mesmos?" - diz o texto inédito escrito por Paula Goja e inspirado em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman - um dos principais nomes da história do cinema mundial. O roteiro traz ainda citações da escritora francesa Virginie Despentes e do dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues.

 

Texto: Paula Goja. Direção: Adriano Petermann. Produção: Stella Mariss. Elenco: Guta Stresser, Stella Mariss, Guenia Lemos, Gabriel Gorosito, Elisan Correia, Anderson Fregolente. Assistente de Produção: Pietra Mariss. Operação de Som: Gabriel Butinhoni. Operação de Luz: Vitória Caroline.

Gigante
O Gigante Egoísta. Crédito_ Chico Nogueira.jpg
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O Gigante Egoísta

CENTRO CULTURAL BOQUEIRÃO | CURITIBA | PR

 

03/08 – Segunda – PROJETO ESCOLA

Duração: 50 minutos

Inspirado no conto de Oscar Wilde, O Gigante Egoísta é uma das mais emocionantes e belas passagens da história do conto para crianças. O espetáculo conta a história de um Gigante, dono de um espetacular jardim. As crianças das redondezas sempre brincam com as flores, os passarinhos, as árvores e os pequenos animais que ali vivem; mas o Gigante começa a ficar incomodado com aquela “invasão” e decide isolar o jardim, expulsando as crianças e impedindo suas entradas em definitivo. Mas um dia, surge no jardim do Gigante um Menino Misterioso, e tudo muda. Mais do que um conto moralizante, trata-se de uma história simbólica sobre os efeitos do isolamento e a potência do encontro.

 

Texto: Edson Bueno. Direção Artística: Marcio Roberto e Jeff Bastos. Direção Musical: Marcela Zanette e Du Gomide. Direção de Produção: Marcio Roberto. Elenco: Jeff Bastos, Ingrid Bozza, Ana Sercunvius. Sonoplastia e Fotografias: Chico Nogueira. Artista Plástica convidada para a pintura dos painéis: Márcia Szeliga. Cenários e figurinos: Jeff Bastos e Ronald Lima. Iluminação: Rodrigo Ziolkowski e Luiz Henrique. Operação de Som: Jessica Borges. Operação de Luz: Luiz Henrique. Produção Executiva: Claudia Zanca. Produção: MRG Produções Artísticas & Centro Cultural Boqueirão.

Kafka
Kafka - Entre Portas que Nunca Abrem. Crédito_ Chico Nogueira.jpg
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Kafka - Entre Portas que Nunca Abrem

GRUPO DELÍRIO | CURITIBA | PR

 

06/08 – Quinta – 20:00

07/08 – Sexta – 20:00 | Com Intérprete de Libras e Audiodescrição

Duração: 65 minutos

 

Inspirada em contos, imagens e atmosferas kafkianas, a montagem não busca adaptar a obra de Kafka, mas habitar seu universo, onde a lógica se dissolve, a vigilância se torna destino e a existência humana surge como um enigma. A obra de Franz Kafka transforma-se em matéria viva para confrontar o presente. Na trama, cinco personagens permanecem presos em um espaço sem portas, dedicados a uma vigilância cujo verdadeiro sentido é, aos poucos, revelado: conter medos, culpas, pesadelos e violências que a sociedade insiste em negar. Ao unir humor, filosofia e imagens de forte impacto, o espetáculo constrói uma reflexão sobre controle, consciência e existência, convidando o público a se reconhecer nesse sistema de vigilância e a questionar aquilo que não ousa sonhar.

 

Texto e Direção: Edson Bueno. Elenco: Guga Cidral, Wilyah Schmitt, Luciano Maccio, Paulo Marques. Participação Especial: Edson Bueno. Pianista: Luke Machado.

Obax
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Obax. Do Bambu ao Baobá

BALBINA PRODUÇÕES | CURITIBA | PR

 

08/08 – Sábado – 16:00

09/08 – Domingo – 16:00

Duração: 45 minutos

 

A peça é uma releitura da obra original de André Neves. Na Savana Africana, a jovem Obax, dona de uma imaginação tão vasta quanto o horizonte, é impulsionada pela curiosidade e pelo desejo de viver novas experiências. Em sua jornada, embarca em uma viagem fantástica em busca de aventuras, incluindo uma passagem pelo Brasil. O espetáculo convida o público a mergulhar na beleza da Savana Africana, promovendo o contato com uma cultura rica e fundamental para a construção da identidade brasileira.

 

Dramaturgia e Direção: Douglas Kodi. Atuação: Joseane Berenda. Sonoplastia e músicas originais: Duílio de Pol. Figurinista: Sandra Francisca Canônico. Cenográfo: Ronald Lima. Iluminador: Marcelo Leonel Felczak.

Juventude
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Juventude

SOL-TE COMPANHIA | CURITIBA | PR

 

11/08 – Terça – 15:00 e 20:00

Duração: 105 minutos

Em Juventude, manifesto-show teatral, acompanhamos a trajetória de Roberto Carlos, um jovem latino-americano cheio de dúvidas, desejos e inseguranças, desde o ensino médio até a formatura universitária. Ao longo do percurso, o personagem enfrenta conflitos relacionados às escolhas profissionais, à tecnologia, aos relacionamentos, à família, à política e às incertezas sobre o futuro. Inspirado em diferentes ícones de diversas gerações, o espetáculo questiona, de forma sensível e bem-humorada, o mundo contemporâneo, revelando a fragilidade e a força de ser quem se é e de descobrir aquilo que se pode ser.

 

Direção: Mariana Mello. Assistência de Direção: Gabriela Fregoneis. Elenco: Nathan Milléo Gualda. Dramaturgia: Mariana Mello e Nathan Milléo Gualda. Desenho e Programação de Luz: Lucas Amado. Operação de Iluminação: Kristy Bostelmann. Sonoplastia: Gilson Fukushima. Operação de Sonoplastia: Mariana Mello. Cenografia: Guenia Lemos. Consultoria de Figurino: Andréa Tristão. Provocadores Cênicos: Dimis e Cleide Piasecki. Designer Gráfico: Pablito Kucarz. Fotos: Rafael Saes e Matteo Gualda. Direção de Produção: Edran Mariano. Assistente de Produção: Matt Alves. Produção: Marianinho Produções.

Pianinho
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Pianinho

PALHAÇA SIRIEMA | CURITIBA | PR

12/08 – Quarta – 20:00

13/08 – Quinta – 20:00

Duração: 70 minutos

 

Pianinho, estrelado pela palhaça Siriema, artista Larissa Lima, foi inspirado no número de palhaçaria “Recital de Formatura” (2018), criado a partir de um brinquedo de infância da artista – um pequeno pianinho. Em cena, Siriema transforma a saleta de sua casa em um sarau que deveria culminar em um grande recital. No entanto, tensões, desculpas e situações inusitadas a fazem questionar se está realmente pronta para exibir seus talentos ao piano. A peça questiona padrões impostos às mulheres – a busca por perfeição, o desejo de agradar a todo custo, o medo de falhar – e como essas pressões moldam nosso comportamento. Diante disso, Siriema se vê presa em seu sarau desajeitado, procrastinando o tão aguardado recital, num embate entre desejo e insegurança. Com estética inspirada no cinema de terror e uma crítica bem-humorada a certos rituais da feminilidade, o espetáculo trabalha com comicidade e vulnerabilidade.

Idealização, Atuação e Coordenação Geral: Larissa Lima. Direção: Andréa Macera. Assistente de direção e assessoria de dramaturgia: Biá Lopse. Dramaturgia: Larissa Lima, Andréa Macera e Biá Lopse. Preparação Corporal: Rubia Romani. Sonoplastia e Operação de Som: Lu Faccini. Cenário: Paulo Vinícius. Cenotécnico: Fabiano Hoffmann. Traquitanas: Paulo Carneiro e Fabiano Hoffmann. Figurino: Cris Rosa. Assistente de Figurino: Letícia Aleotti. Costureiras: Cidinha Alves e Letícia Aleotti. Iluminação e Operação de Luz: Lucri Reggiani e Nathan Gabriel. Conserto do Piano: Márcio Júnior. Participação Especial (Vozes das bonecas): Carol Mascarenhas. Fotos: Mateus Tropo. Identidade Visual e Design: Paula Villa Nova. Direção de Produção: Edran Mariano. Produção Executiva: Yara Rossatto. Produção: Marianinho Produções.

O Medo
O Medo da Morte das Coisas. Crédito_ Vitor Dias compress.png
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O Medo da Morte das Coisas

SÚBITA COMPANHIA DE TEATRO | CURITIBA | PR

 

15/08 – Sábado – 20:00

16/08 – Domingo – 19:00 | Sessão com Interpretação em Libras e Audiodescrição

Duração: 55 minutos

 

O medo da morte das coisas, de Maíra Lour, fala sobre o tempo, real e subjetivo, das coisas e das relações. A partir de uma escrita autobiográfica, suas memórias são narradas e dançadas no intuito de compartilhar com o público a temática da iminência da morte e da efervescência da vida que coexistem a todo momento. De forma poética e cômica ela habita um apartamento antigo que carrega marcas do tempo e do uso. Ao observar as manchas, o mofo, as rachaduras e vazamentos ela se volta para dentro de si e se confunde com aquele lugar. As lembranças da sua avó e da sua infância se misturam com os desafios da maternidade e das relações afetivas. Este solo é uma dança entre paredes que revela um espaço íntimo e particular de uma mulher, que se expande e traz questões que tocam de certa forma todas as pessoas. Melhor Espetáculo do Paraná pelo Troféu Gralha Azul 2024/2025.

 

Texto: Maíra Lour. Direção Artística: Nadja Naira. Direção de Produção: Gilmar Kaminski. Elenco: Maíra Lour. Preparação Corporal: Cintia Napoli. Dramaturgismo: Ligia Souza. Assistência de Direção: Dafne Viola. Sonoplastia: Álvaro Antonio. Cenografia: Gabrielle Windmuller. Iluminação: Lucri Reggiani. Figurino: Isbella Brasileiro. Produção Executiva: Dânatha Siqueira.

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Café-Debate

16/08 – Domingo – 20:00 | Com Intérprete de Libras

Duração: 80 minutos

 

Encontro com artistas participantes da Mostra e o público para celebrar e debater a arte e a cultura descentralizada no bairro.

Café
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